Amanhã, dia 10 de Novembro, é dia de extraordinário rejúbilo para o mundo cinéfilo português: no European Film Festival do Estoril, onde tem vindo a ser homenageado com a passagem integral da sua obra e uma exposição denominada Chromossomes, David Cronenberg irá dirigir-se aos seus admiradores aquando da apresentação de uma curta-metragem, The Italian Machine de 1976, e de Crash de 1995, um dos símbolos máximos da arte de violação do cineasta, que tal como a curta são consequências claras do seu fetiche ‘mecânico-sexual’. Trinta anos (!) depois de The Brood, é notável a forma como Cronenberg deixou uma indelével marca na 7ªarte com a sua violenta desconstrução do ser humano, unindo instinto e visceralidade numa desarmante e por vezes doentia amálgama cinematográfica de carne, ossos e sangue. Esta sua filosofia singular desperta um culto muito próprio e originou já um legado que nunca deixará de ser chocante e renovador. Aqui ficam os meus filmes favoritos do eterno transgressor, David Cronenberg:
Amanhã, dia 10 de Novembro, é dia de extraordinário rejúbilo para o mundo cinéfilo português: no European Film Festival do Estoril, onde tem vindo a ser homenageado com a passagem integral da sua obra e uma exposição denominada Chromossomes, David Cronenberg irá dirigir-se aos seus admiradores aquando da apresentação de uma curta-metragem, The Italian Machine de 1976, e de Crash de 1995, um dos símbolos máximos da arte de violação do cineasta, que tal como a curta são consequências claras do seu fetiche ‘mecânico-sexual’. Trinta anos (!) depois de The Brood, é notável a forma como Cronenberg deixou uma indelével marca na 7ªarte com a sua violenta desconstrução do ser humano, unindo instinto e visceralidade numa desarmante e por vezes doentia amálgama cinematográfica de carne, ossos e sangue. Esta sua filosofia singular desperta um culto muito próprio e originou já um legado que nunca deixará de ser chocante e renovador. Aqui ficam os meus filmes favoritos do eterno transgressor, David Cronenberg:
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